O Facebook tornou público um documento que rebate, item por item, uma carta aberta divulgada esta semana por grupos americanos de vigilância da privacidade, dizendo que já criou medidas para proteger a privacidade do usuário e que seu programa piloto de Personalização Instantânea não foi plenamente compreendido.
A primeira carta aberta, enviada na quarta-feira (16/6) por um grupo de defensores da privacidade que inclui a American Civil Liberties Union e a Electronic Frontier Foundation, exigia do Facebook soluções para "problemas gritantes de privacidade", tais como deixar que plug-ins de terceiros retenham informações do usuário (também chamado de Personalização Instantânea), e recomendava a cessão, para o usuário, de mais poder sobre suas informações. Isso inclui a adoção de mecanismos de opt-in em vez do opt-out em vigor na Personalização Instantânea.
"Nós não usamos (a informação) para anúncios dirigidos nem a vendemos para terceiros", afirma o Facebook em sua carta-resposta. "Esta informação não pode ser vendida ou compartilhada com outros, ou usada de nenhuma forma a não ser para melhorar a experiência de visitação dos usuários do Facebook."
O Facebook rebateu a maioria dos pontos da carta aberta divulgada na quarta-feira, afirmando que a informação que os parceiros recebem não é diferente da que qualquer um obteria coletando os dados públicos do usuário. A empresa também afirmou que o Facebook reduziu a quantidade de informação pública disponível e forneceu aos usuários ferramentas para restringir sua exposição apenas a amigos.
Sair da rede social
Os grupos de privacidade também queriam que os usuários fossem capaz de exportar todas as suas informações e conteúdos caso decidissem abandonar a rede social - ação que alguns chamam de 'Facebookcídio'.
Fonte
A primeira carta aberta, enviada na quarta-feira (16/6) por um grupo de defensores da privacidade que inclui a American Civil Liberties Union e a Electronic Frontier Foundation, exigia do Facebook soluções para "problemas gritantes de privacidade", tais como deixar que plug-ins de terceiros retenham informações do usuário (também chamado de Personalização Instantânea), e recomendava a cessão, para o usuário, de mais poder sobre suas informações. Isso inclui a adoção de mecanismos de opt-in em vez do opt-out em vigor na Personalização Instantânea.
"Nós não usamos (a informação) para anúncios dirigidos nem a vendemos para terceiros", afirma o Facebook em sua carta-resposta. "Esta informação não pode ser vendida ou compartilhada com outros, ou usada de nenhuma forma a não ser para melhorar a experiência de visitação dos usuários do Facebook."
O Facebook rebateu a maioria dos pontos da carta aberta divulgada na quarta-feira, afirmando que a informação que os parceiros recebem não é diferente da que qualquer um obteria coletando os dados públicos do usuário. A empresa também afirmou que o Facebook reduziu a quantidade de informação pública disponível e forneceu aos usuários ferramentas para restringir sua exposição apenas a amigos.
Sair da rede social
Os grupos de privacidade também queriam que os usuários fossem capaz de exportar todas as suas informações e conteúdos caso decidissem abandonar a rede social - ação que alguns chamam de 'Facebookcídio'.
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