“Segurança via obscuridade” pode soar como pegadinha, mas não é a maior pegadinha que afeta os usuários do Windows.
A expressão foi criada para vender a ideia que software proprietário é mais seguro porque é fechado. Se os hackers não puderem ver o código, então será mais difícil para eles criar ferramentas que explorem as vulnerabilidades do programa – assim diz a crença.
Infelizmente para os usuários do Windows, isso não é verdade – e prova disso é o desfile sem fim de correções publicadas pela empresa de Redmond.
De fato, uma das muitas vantagens do Linux sobre o Windows é que ele é mais seguro – muito mais. Para pequenas empresas e outras organizações que não contam com especialistas de segurança dedicados, esse benefício pode ser particularmente crítico.
Há cinco fatores fundamentais que sustentam a superioridade do Linux em segurança. Vale a pena conhecê-los.
Com o Linux, por outro lado, os usuários não nascem com privilégios de “root”; eles começam recebendo contas de baixa prioridade. Isso significa que, mesmo que um sistema Linux esteja comprometido, o vírus não terá o acesso “root” necessário para causar estrago a todo o sistema. O mais provável é que apenas os arquivos e os programas locais daquele usuário sejam afetados. Isso pode fazer a diferença entre uma leve chateação e uma grande catástrofe em qualquer ambiente de negócios.
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