16 de jun. de 2010

Twitter implanta geolocalização dos tuites

O Twitter anunciou a implantação de seu serviço de geolocalicação. Com o Twitter Place, o usuário poderá informar o local de onde está enviando a mensagem.

Para disponibilizá-lo, o Twitter estabeleceu uma parceria com o Foursquare e com o Gowalla. Dessa forma, após clicar em um endereço postado no Twitter, o internauta também poderá conferir os check-ins feitos pelos usuários do Foursquare no endereço.

Por enquanto, a função não está disponível para o Brasil. Segundo o diretor de geolocalização do Twitter, Othman Laraki, escreveu no blog da empresa, a função deve ser disponibilizada para outros 65 países na próxima semana. Nos Estados Unidos, já está disponível.

A nova opção vai aparecer logo abaixo da caixa para publicação no site. Já o endereço referenciado virá na base do tuite, ao lado do horário da divulgação da mensagem. O Twitter Place vai rodar na versão padrão e móvel do site.

Os usuários poderão se georreferenciar a partir de endereços já cadastrados ou inserir novas localidades.

Segundo o blog do Twitter, a API já está disponível para que os desenvolvedores incorporem a função em seus aplicativos.

Na semana passada, alguns usuários tiveram acesso à função de "Amigos em comum", porém, o serviço não foi implantado integralmente.

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15 de jun. de 2010

Cala a Boca Galvão vira piada internacional

Equívoco dos gringos rende twittes bem humorados com explicações como "CALA BOCA GALVAO é um novo projeto do Greenpeace para reduzir a poluição sonora"


Com um dos eventos esportivos mais populares do mundo rolando, o que está na boca do povo não são os jogos da Copa, mas sim o "Cala Boca Galvao"! No topo dos Trending Topics mundiais do Twitter desde sexta, 11/06, a expressão referente ao modo desagrádavel como o apresentador Galvão Bueno narra os jogos ultrapassou até mesmo o "FIFA WORLD CUP" e o "#WORLDCUP" e tem causado situações um tanto quanto engraçadas Brasil afora.

Intrigados com o termo, os gringos tentaram achar explicações para quem seria Galvão e o que seria "Cala boca". Pérolas do tipo "Galvão é um pássaro” e "Cala boca" significa "salve" deram inicio a raciocínios como "CALA BOCA GALVÃO é uma campanha da nação brasileira que está usando a visibilidade da Copa do Mundo para divulgar a causa desses pobres animais, que todo ano são depenados para que suas penas possam ser usadas no Carnaval". Outros ainda questionavam: "Cala Boca Galvão é um novo projeto do Greenpeace?".

O engano que ganhou não só a web, mas também os veículos de notícias nacionais e internacionais, já foi desfeito.Quando os gringos perceberam que não se tratava de nenhuma campanha para salvar os pobres animais da Amazônia, começaram as explicações "CALA BOCA GALVAO não é uma ave rara no Brasil. Isso significa "Cala a boca Galvão" um locutor esportivo odiado por pessoas aqui embaixo".

Aproveitando a repercussão internacional, os brasileiros resolveram fazer ainda mais piada da situação criando conta no Orkut e no microblog. A Instituto Galvão promete que, a cada Tweet com a hashtag, 10 centavos serão doados para a salvação da ave. Vídeos "pela causa" também foram produzidos. Confira!

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Especial etiqueta online: pessoal x profissional

Liberdade online sim, libertinagem não. Esta pode ser a fórmula para o sucesso nas redes sociais

A liberdade de expressão é um princípio. Em nome dele, as pessoas acham que podem falar o que querem, de qualquer maneira e em qualquer lugar. Mas será que não há um limite para isto? Nas redes sociais, começam a acontecer casos de profissionais que emitiram opiniões sem cuidado e que acabaram sendo demitidos (leia a primeira reportagem da série Redes sociais atuam como megafone do mundo real).

A situação piora ainda mais quando alguém responde em nome de uma empresa. Veja o que aconteceu no começo de maio: a montadora Fiat lançou campanha @NovoFiatUno por meio do serviço FormSpring, em que é possível fazer perguntas diretamente a um interlocutor sem se identificar.

Parecia um sucesso. Foram feitas 5,4 mil perguntas em nove dias. Até que um dos responsáveis pelas respostas tentou explicar por que a montadora não produzia carro cor-de-rosa. A resposta chistosa fazia uma brincadeira com torcedores são-paulinos. Em minutos, houve uma reação em massa criticando a Fiat, acusando-a de preconceito. Uma frase infeliz quase estragou uma campanha inteira.

Quando se está atuando com redes sociais, todo cuidado é pouco. Há um mescla profunda entre seu posicionamento pessoal e sua atividade profissional. "Não existe limite entre o pessoal e o profissional nas redes sociais", julga Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, empresa especializada em monitoramento e análise em mídias sociais.

De acordo com o executivo, esse limite está se extinguindo inclusive na própria forma de trabalhar e de encarar os relacionamentos sociais. Ele cita, por exemplo, a utilização de tecnologias de comunicação como o uso de celular para receber e-mails, o que permite trabalho ininterrupto (24 horas por dia e sete dias por semana).

Diante de tantas transformações e novidades, o recomendável é seguir regras de comunicação (batizadas genericamente de Netiqueta, ou seja, a etiqueta da internet). Não são mandamentos taxativos nem leis eleitas por uma câmara de censura. Representam, em boa parte, o uso do bom censo na hora de se relacionar online.

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Especial etiqueta online: os dez mandamentos das redes sociais

  1. Não escreva online o que não falaria pessoalmente.
  2. Não faça de seu post uma granada. A vítima pode ser você.
  3. Não cite o nome de ninguém em vão. Calúnia, injúria e difamação são crimes.
  4. Não roube as ideias dos outros. Cite suas fontes. Plagiar é feio.
  5. Não abuse nos palavrões e termos de baixo calão. Eles só têm graça quando bem-aplicados.
  6. Não pratique spam (propaganda não-autorizada). Mas enviar uma mensagem interessante para sua rede é mais do que saudável.
  7. Não divulgue boatos (hoax) ou mentiras. Informe-se na própria rede. Sempre tem alguém que sabe.
  8. Não publique opiniões preconceituosas. A rede é um ambiente democrático, com espaço para todos.
  9. Não publique suas informações privadas. Os marginais estão de olho.
  10. Não invada a privacidade de ninguém. Dá processo e muita dor de cabeça.

14 de jun. de 2010

Veja como agir após cair em golpe do cartão de crédito

Após a prisão de uma quadrilha de estelionatários acusadas de desviar dos Correios cartões de créditos e bancários no sábado (12), no estado do Rio, um defensor público dá dicas de como proceder caso você receba uma fatura com compras que não foram feitas.

Na ação polícial de sábado, foram presos um casal de noivos, padrinhos e alguns convidados, em um total de sete pessoas, após a cerimônia religiosa dos chefes da quadrilha, em um sítio em Magé, na Baixada Fluminense.

Quem recebe uma fatura indevida tem que tomar algumas providências: avisar a operadora de que não efetuou as compras e fazer um boletim de ocorrência na polícia. Segundo o defensor público Fábio Schwartz, a operadora é que tem que provar que o cliente realmente fez aquelas compras.

“Se tiver munido dessa documentação, fez o registro, contestou o débito junto à operadora, ele (o cliente) não terá responsabilidade sobre o débito”, disse Fábio.

Ainda segundo ele, nesse caso do desvio do cartão, o problema é da operadora porque ela tem que garantir que esse processo de entrega do cartão de crédito se faça com segurança.

“Se ela não cumprir esse dever de segurança de entregar na residência do consumidor, ela assume total responsabilidade por esse evento. Os Correios são uma empresa contratada pela operadora, por isso a operadora não se exime de o fato ter se originado dentro da empresa dos Correios”, explicou o defensor público.

Ele conclui afirmando que se operadora administrativamente não resolver, o próximo passo é uma ação judicial.

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